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terça-feira, 24 de janeiro de 2012


Salada de grão-de-bico com legumes, uma receita prática e deliciosa.





Receita e maiores informações sobre grão-de-bico: disponível em:
http://mdemulher.abril.com.br/blogs/na-medida-certa/receitas/salada-de-grao-de-bico-com-legumes-uma-receita-pratica-e-deliciosa/



SALADA DE GRÃO-DE-BICO COM LEGUMES
PREPARO: Moderado | DIFICULDADE: Fácil
RENDIMENTO: 6 porções | CALORIAS: 140 kcal
. 200 g de grão-de-bico cozido e escorrido
. 1 cebola em fatias finas
. Suco de 1 limão
. 1 berinjela média
. 1 xícara (chá) de minialcachofra (essas eu também tinha no freezer)
. 1 xícara (chá) de tomate-cereja cortado ao meio
. 3 colheres (sopa) de salsinha e hortelã picadas
. 3 colheres (sopa) de azeite
. Sal a gosto
Ponha a cebola em uma tigela e regue com o suco de limão.
Corte a berinjela em fatias médias e aqueça uma grelha. Regue com um fio de azeite e grelhe as fatias.
Retire da grelha e corte as fatias ao meio e ponha em uma tigela. Junte o grão-de-bico, a alcachofra, o tomate, a salsinha, a hortelã e a cebola com o suco de limão.
Tempere com azeite e sal e leve à geladeira até a hora de servir.





segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Boa essa matéria:

Atenção: algumas frutas mencionadas, como açaí e abacate, por exemplo, devem ser consumidas moderadamente, porque são mais calóricas. Melhor horário para consumi-las: como lanche no meio da tarde.

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/01/veja-os-beneficios-de-frutas-regionais-como-acai-caju-pequi-e-abacate.html


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012


Promessas de ano novo
             Drauzio Varella

Se depender de bons propósitos, nossa saúde no ano novo será perfeita.
É sempre assim: arrependidos dos descalabros alimentares e dos exageros alcoólicos cometidos durante a temporada de festas, todo início de ano juramos que, dali em diante, comeremos e beberemos com parcimônia e nos exercitaremos. Alguns dias depois, o sentimento de culpa se esvairá e a vida voltará à sua rotina glutônica e sedentária.
Comemos mais do que as necessidades energéticas da vida moderna exigem, porque nosso cérebro foi moldado em época de penúria. A fome, flagelo ancestral de nossa espécie, selecionou entre nossos antepassados aqueles capazes de ingerir grandes quantidades de alimentos para enfrentar as temporadas de jejum forçado que se seguiam. São os genes que herdamos deles os responsáveis pela dificuldade de resistirmos à tentação dos doces e pela incapacidade de parar no fim do primeiro prato de feijoada.
Nossa história evolutiva explica por que a fome é uma sensação tão irresistível quanto a sede. Seres humanos que, no passado, eram capazes de comer muito e armazenar o excesso de calorias sob a forma de tecido adiposo deixaram mais descendentes que lutam contra a balança em razão da fartura atual.
A necessidade de economizar calorias preciosas no tempo das vacas magras é a razão do paradoxo que cerca a atividade física. Não apenas estamos cansados de saber que o exercício faz bem para o organismo, como sentimos grande bem estar depois de praticá-lo. Por que, então, uma atividade reconhecidamente benéfica que, ainda por cima, traz prazer físico, é tão difícil de realizar?
Só pode ser por uma razão: o exercício físico vai contra a natureza humana. No intervalo das refeições, nossos familiares do tempo das cavernas faziam exercício ou ficavam sentados para economizar energia? Alguém já viu uma onça no zoológico correndo para exercitar os músculos? Ou um chimpanzé fazendo ginástica? Bem alimentado, o animal repousa, assim como nós que, depois do almoço de domingo, levantamos da mesa direto para nos refestelarmos no sofá.
Esse é o ideal da espécie humana: da mesa farta para a poltrona macia.
Mas, como vencer esses impulsos ancestrais, diante dos avanços da culinária e do conforto que nos poupa até de sacrifícios insignificantes, como girar a manivela para fechar o vidro do carro ou andar até a TV para mudar o canal?
Apesar de reconhecer que a biodiversidade humana é suficientemente complexa para não admitir regras úteis para todos, vou tomar a liberdade de fazer duas recomendações:
1) Se você está com excesso de peso, olhe para os alimentos da mesma maneira com que encara a bebida: é bom, mas em excesso prejudica. Fuja da tentação, levante da mesa imediatamente depois de esvaziar o prato. O centro da saciedade demora alguns minutos para ser ativado (a ponto de inibir o impulso da fome). Se você esperar atingir a saciedade completa, pode ter certeza de que comeu mais do que devia.
As necessidades energéticas do organismo diminuem com a idade. Não sejamos ridículos de, na maturidade, atacar a comida com a volúpia dos 15 anos.
Não vamos esquecer que nosso cérebro processa a perda de gordura como uma ameaça à sobrevivência e toma uma série de medidas drásticas para fazer o corpo voltar ao maior peso já alcançado.
2) Se você é daquelas pessoas que esperam sentir disposição para praticar exercício, não perca tempo; ela jamais virá. Pode ser que dê o ar da graça num domingo, na praia, num sítio, mas, no dia-a-dia, esqueça: a natureza humana é sedentária. Para fazer exercício com regularidade, é preciso disciplina militar: acordar mais cedo, cumprir horários, não depender dos outros.
Se você é daquelas pessoas chegadas à autocomiseração (“pobre de mim, onde vou achar tempo”), saiba que isso é problema seu. Ou você acha que alguém o resolverá por você? Que alguém lhe dirá: como recompensa por você ser mãe dedicada ou pai responsável, exemplar no trabalho, vamos lhe reservar uma hora por dia para atividade física? Se você tiver mesmo tais qualidades, é mais provável que lhe roubem uma hora a mais de seu tempo já exíguo.
Para quem leva uma vida dura, que realmente não deixa espaço para o exercício metódico, regular, a única saída é incorporá-lo às atividades diárias. Pare o carro mais longe, vá a pé. Em vez de pedir para os outros, levante da cadeira e vá buscar. Carregue peso. Sempre existe uma escadaria por perto, e subir escadas é um exercício maravilhoso.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011



A FELICIDADE PODE DEMORAR


                                Luiz Fernando Veríssimo


Às vezes as pessoas que amamos nos magoam, e nada podemos fazer senão continuar nossa jornada com nosso coração machucado.
Às vezes nos falta esperança. Às vezes o amor nos machuca profundamente, e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar, tanto quanto precisamos respirar...é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver,
até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um pôr do sol,
a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto.
É a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança, te traíram sem qualquer piedade.
Você entende que o que para você era amizade, para outros era apenas conveniência, oportunismo.
Você descobre que algumas pessoas nunca disseram eu te amo, e por isso nunca fizeram amor, apenas transaram...
Descobre também que outras disseram eu te amo uma única vez.
E agora temem dizer novamente, e com razão, mas se o seu sentimento for sincero poderá ajudá-las a reconstruir um coração quebrado.
Assim ao conhecer alguém, preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu, são fatores importantes: a relação com a família, as condições econômicas nas quais se desenvolveu (dificuldades extremas ou facilidades excessivas formam um caráter), os relacionamentos anteriores e as razões do rompimento, seus sonhos, ideais e objetivos.
Não deixe de acreditar no amor. Mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá.
Manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam. E certifique-se de que quando estão juntos, aquele abraço vale mais que qualquer palavra.
Esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo, pois se essa pessoa te deixar, então nada irá lhe restar.
Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento,
manter um grande amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco. Pois em algum outro momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda mais intenso, do que teria sido no passado.
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário.
Existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.
A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante é que ela venha para ficar e não esteja apenas de passagem...
 


domingo, 28 de agosto de 2011

Filé de frango sem gordura:

1 filé de frango de 100g
tempero à gosto
cebola de cabeça picadinha (pedaços bem pequenos)
Cebolinha, salsinha

Modo de preparo

Tempere o filé de frango
Aqueça bem uma frigideira antiaderente
Coloque a cebola para dourar (deixe dourar bem)
Coloque os filé de frango (pode ser colocados mais de um)
Vire o filé para não agarrar (não use óleo ou azeite)
Vá "pingando" (pingando mesmo) água, aos poucos (mantenha a panela tampada)
Jogue por cima a cebolinha e a salsinha.

O filé ficará macio, dourado e sem nenhum óleo. Muito bom.

Opções:

1. Pode fazer também com o filé de carne vermelha

2. Se quiser à milaneza: Depois que o filé estiver pronto, passe na clara de ovo, na aveia em flocos ou pode usar pão italiano ralado (vai ficar um pouco mais calórico) e leve ao forno para dourar.

3. Se quiser à parmegiana: Coloque por cima do filé já empanado, uma fatia de muçarela light e leve ao forno. Depois de dourado, tire do forno e jogue por cima, molho vermelho. Faça um purê de batata com manteiga light, leite desnatado e sirva com uma salada verde.

Bom Apetite!