segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
["Comporte-se"]: Psicologia Científica: Álcool e Energético: Um Risco para o Coração e par...
["Comporte-se"]: Psicologia Científica: Álcool e Energético: Um Risco para o Coração e par...: Pesquisas, sobretudo, norte-americanas chamam a atenção para um hábito comum, mas arriscado: tomar bebida alcoólica com energético. A mistur...
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Salada de grão-de-bico com legumes, uma receita prática e deliciosa.
Receita e maiores informações sobre grão-de-bico: disponível em:
http://mdemulher.abril.com.br/blogs/na-medida-certa/receitas/salada-de-grao-de-bico-com-legumes-uma-receita-pratica-e-deliciosa/
SALADA DE GRÃO-DE-BICO COM LEGUMES
PREPARO: Moderado | DIFICULDADE: Fácil
RENDIMENTO: 6 porções | CALORIAS: 140 kcal
RENDIMENTO: 6 porções | CALORIAS: 140 kcal
. 200 g de grão-de-bico cozido e escorrido
. 1 cebola em fatias finas
. Suco de 1 limão
. 1 berinjela média
. 1 xícara (chá) de minialcachofra (essas eu também tinha no freezer)
. 1 xícara (chá) de tomate-cereja cortado ao meio
. 3 colheres (sopa) de salsinha e hortelã picadas
. 3 colheres (sopa) de azeite
. Sal a gosto
. 1 cebola em fatias finas
. Suco de 1 limão
. 1 berinjela média
. 1 xícara (chá) de minialcachofra (essas eu também tinha no freezer)
. 1 xícara (chá) de tomate-cereja cortado ao meio
. 3 colheres (sopa) de salsinha e hortelã picadas
. 3 colheres (sopa) de azeite
. Sal a gosto
Ponha a cebola em uma tigela e regue com o suco de limão.
Corte a berinjela em fatias médias e aqueça uma grelha. Regue com um fio de azeite e grelhe as fatias.
Retire da grelha e corte as fatias ao meio e ponha em uma tigela. Junte o grão-de-bico, a alcachofra, o tomate, a salsinha, a hortelã e a cebola com o suco de limão.
Tempere com azeite e sal e leve à geladeira até a hora de servir.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Boa essa matéria:
Atenção: algumas frutas mencionadas, como açaí e abacate, por exemplo, devem ser consumidas moderadamente, porque são mais calóricas. Melhor horário para consumi-las: como lanche no meio da tarde.
http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/01/veja-os-beneficios-de-frutas-regionais-como-acai-caju-pequi-e-abacate.html
http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/01/veja-os-beneficios-de-frutas-regionais-como-acai-caju-pequi-e-abacate.html
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Promessas de ano novo
Drauzio Varella
Se depender de bons propósitos, nossa
saúde no ano novo será perfeita.
É sempre assim: arrependidos dos
descalabros alimentares e dos exageros alcoólicos cometidos durante a temporada
de festas, todo início de ano juramos que, dali em diante, comeremos e
beberemos com parcimônia e nos exercitaremos. Alguns dias depois, o sentimento
de culpa se esvairá e a vida voltará à sua rotina glutônica e sedentária.
Comemos mais do que as necessidades
energéticas da vida moderna exigem, porque nosso cérebro foi moldado em época
de penúria. A fome, flagelo ancestral de nossa espécie, selecionou entre nossos
antepassados aqueles capazes de ingerir grandes quantidades de alimentos para
enfrentar as temporadas de jejum forçado que se seguiam. São os genes que
herdamos deles os responsáveis pela dificuldade de resistirmos à tentação dos
doces e pela incapacidade de parar no fim do primeiro prato de feijoada.
Nossa história evolutiva explica por
que a fome é uma sensação tão irresistível quanto a sede. Seres humanos que, no
passado, eram capazes de comer muito e armazenar o excesso de calorias sob a
forma de tecido adiposo deixaram mais descendentes que lutam contra a balança
em razão da fartura atual.
A necessidade de economizar calorias
preciosas no tempo das vacas magras é a razão do paradoxo que cerca a atividade
física. Não apenas estamos cansados de saber que o exercício faz bem para o
organismo, como sentimos grande bem estar depois de praticá-lo. Por que, então,
uma atividade reconhecidamente benéfica que, ainda por cima, traz prazer
físico, é tão difícil de realizar?
Só pode ser por uma razão: o
exercício físico vai contra a natureza humana. No intervalo das refeições,
nossos familiares do tempo das cavernas faziam exercício ou ficavam sentados
para economizar energia? Alguém já viu uma onça no zoológico correndo para
exercitar os músculos? Ou um chimpanzé fazendo ginástica? Bem alimentado, o
animal repousa, assim como nós que, depois do almoço de domingo, levantamos da
mesa direto para nos refestelarmos no sofá.
Esse é o ideal da espécie humana: da
mesa farta para a poltrona macia.
Mas, como vencer esses impulsos
ancestrais, diante dos avanços da culinária e do conforto que nos poupa até de
sacrifícios insignificantes, como girar a manivela para fechar o vidro do carro
ou andar até a TV para mudar o canal?
Apesar de reconhecer que a
biodiversidade humana é suficientemente complexa para não admitir regras úteis
para todos, vou tomar a liberdade de fazer duas recomendações:
1) Se você está com excesso de peso,
olhe para os alimentos da mesma maneira com que encara a bebida: é bom, mas em
excesso prejudica. Fuja da tentação, levante da mesa imediatamente depois de
esvaziar o prato. O centro da saciedade demora alguns minutos para ser ativado
(a ponto de inibir o impulso da fome). Se você esperar atingir a saciedade
completa, pode ter certeza de que comeu mais do que devia.
As necessidades energéticas do
organismo diminuem com a idade. Não sejamos ridículos de, na maturidade, atacar
a comida com a volúpia dos 15 anos.
Não vamos esquecer que nosso cérebro
processa a perda de gordura como uma ameaça à sobrevivência e toma uma série de
medidas drásticas para fazer o corpo voltar ao maior peso já alcançado.
2) Se você é daquelas pessoas que
esperam sentir disposição para praticar exercício, não perca tempo; ela jamais
virá. Pode ser que dê o ar da graça num domingo, na praia, num sítio, mas, no
dia-a-dia, esqueça: a natureza humana é sedentária. Para fazer exercício com
regularidade, é preciso disciplina militar: acordar mais cedo, cumprir
horários, não depender dos outros.
Se você é daquelas pessoas chegadas à
autocomiseração (“pobre de mim, onde vou achar tempo”), saiba que isso é
problema seu. Ou você acha que alguém o resolverá por você? Que alguém lhe
dirá: como recompensa por você ser mãe dedicada ou pai responsável, exemplar no
trabalho, vamos lhe reservar uma hora por dia para atividade física? Se você
tiver mesmo tais qualidades, é mais provável que lhe roubem uma hora a mais de
seu tempo já exíguo.
Para quem leva uma vida dura, que
realmente não deixa espaço para o exercício metódico, regular, a única saída é
incorporá-lo às atividades diárias. Pare o carro mais longe, vá a pé. Em vez de
pedir para os outros, levante da cadeira e vá buscar. Carregue peso. Sempre
existe uma escadaria por perto, e subir escadas é um exercício maravilhoso.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
A FELICIDADE PODE DEMORAR
Luiz Fernando Veríssimo
Às vezes as pessoas que amamos nos magoam, e nada podemos fazer senão continuar nossa jornada com nosso coração machucado.
Às vezes nos falta esperança. Às vezes o amor nos machuca profundamente, e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar, tanto quanto precisamos respirar...é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver,
até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um pôr do sol,
a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto.
É a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança, te traíram sem qualquer piedade.
Você entende que o que para você era amizade, para outros era apenas conveniência, oportunismo.
Você descobre que algumas pessoas nunca disseram eu te amo, e por isso nunca fizeram amor, apenas transaram...
Descobre também que outras disseram eu te amo uma única vez.
E agora temem dizer novamente, e com razão, mas se o seu sentimento for sincero poderá ajudá-las a reconstruir um coração quebrado.
Assim ao conhecer alguém, preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu, são fatores importantes: a relação com a família, as condições econômicas nas quais se desenvolveu (dificuldades extremas ou facilidades excessivas formam um caráter), os relacionamentos anteriores e as razões do rompimento, seus sonhos, ideais e objetivos.
Não deixe de acreditar no amor. Mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá.
Manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam. E certifique-se de que quando estão juntos, aquele abraço vale mais que qualquer palavra.
Esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo, pois se essa pessoa te deixar, então nada irá lhe restar.
Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento,
manter um grande amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco. Pois em algum outro momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda mais intenso, do que teria sido no passado.
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário.
Existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.
A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante é que ela venha para ficar e não esteja apenas de passagem...
domingo, 4 de setembro de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
Filé de frango sem gordura:
1 filé de frango de 100g
tempero à gosto
cebola de cabeça picadinha (pedaços bem pequenos)
Cebolinha, salsinha
Modo de preparo
Tempere o filé de frango
Aqueça bem uma frigideira antiaderente
Coloque a cebola para dourar (deixe dourar bem)
Coloque os filé de frango (pode ser colocados mais de um)
Vire o filé para não agarrar (não use óleo ou azeite)
Vá "pingando" (pingando mesmo) água, aos poucos (mantenha a panela tampada)
Jogue por cima a cebolinha e a salsinha.
O filé ficará macio, dourado e sem nenhum óleo. Muito bom.
Opções:
1. Pode fazer também com o filé de carne vermelha
2. Se quiser à milaneza: Depois que o filé estiver pronto, passe na clara de ovo, na aveia em flocos ou pode usar pão italiano ralado (vai ficar um pouco mais calórico) e leve ao forno para dourar.
3. Se quiser à parmegiana: Coloque por cima do filé já empanado, uma fatia de muçarela light e leve ao forno. Depois de dourado, tire do forno e jogue por cima, molho vermelho. Faça um purê de batata com manteiga light, leite desnatado e sirva com uma salada verde.
Bom Apetite!
1 filé de frango de 100g
tempero à gosto
cebola de cabeça picadinha (pedaços bem pequenos)
Cebolinha, salsinha
Modo de preparo
Tempere o filé de frango
Aqueça bem uma frigideira antiaderente
Coloque a cebola para dourar (deixe dourar bem)
Coloque os filé de frango (pode ser colocados mais de um)
Vire o filé para não agarrar (não use óleo ou azeite)
Vá "pingando" (pingando mesmo) água, aos poucos (mantenha a panela tampada)
Jogue por cima a cebolinha e a salsinha.
O filé ficará macio, dourado e sem nenhum óleo. Muito bom.
Opções:
1. Pode fazer também com o filé de carne vermelha
2. Se quiser à milaneza: Depois que o filé estiver pronto, passe na clara de ovo, na aveia em flocos ou pode usar pão italiano ralado (vai ficar um pouco mais calórico) e leve ao forno para dourar.
3. Se quiser à parmegiana: Coloque por cima do filé já empanado, uma fatia de muçarela light e leve ao forno. Depois de dourado, tire do forno e jogue por cima, molho vermelho. Faça um purê de batata com manteiga light, leite desnatado e sirva com uma salada verde.
Bom Apetite!
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